domingo, 2 de fevereiro de 2025

sou um elefante

Ah, como criticar é fácil, não é mesmo?  
Enquanto dançam na sombra do seu próprio enredo.  
Falam do meu jeito de viver com tanto ardor,  
Mas no fundo, querem a vida que eu sei ser amor.  

Querem ser livres, mas têm medo da queda,  
Não querem a luta, só a festa da seda.  
Pagaria o preço? Ah, isso é só conversa!  
Prefiro minha estrada, com suas belas e grossas terças.  

Cuidem da vida mesquinha que levam, oh criaturas!  
Enquanto eu caminho entre risos e loucuras.  
Meu propósito é sagrado, só Deus e eu sabemos,  
Como trilhar essa senda onde os verdadeiros somos.  

E se surgirem galinhas, piranhas ou serpentes,  
Tentando me derrubar com seus planos incoerentes?  
Lembrem-se sempre: sou um elefante gigante,  
Na minha queda, cuidado! O estrondo é radiante!  

Então sigam criticando, fiquem à beira do caminho,  
Enquanto danço feliz no meu próprio destino.  
Pois quem vive de verdade não tem tempo pra dor,  
E ri das cobras que tentam me tirar do amor.  

No fim das contas, a vida é um grande espetáculo,  
E eu sou o protagonista desse ato tão mágico.  
Sejam bem-vindos à plateia do meu show vibrante,  
Mas cuidado com a sombra de um elefante!  

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