Enquanto dançam na sombra do seu próprio enredo.
Falam do meu jeito de viver com tanto ardor,
Mas no fundo, querem a vida que eu sei ser amor.
Querem ser livres, mas têm medo da queda,
Não querem a luta, só a festa da seda.
Pagaria o preço? Ah, isso é só conversa!
Prefiro minha estrada, com suas belas e grossas terças.
Cuidem da vida mesquinha que levam, oh criaturas!
Enquanto eu caminho entre risos e loucuras.
Meu propósito é sagrado, só Deus e eu sabemos,
Como trilhar essa senda onde os verdadeiros somos.
E se surgirem galinhas, piranhas ou serpentes,
Tentando me derrubar com seus planos incoerentes?
Lembrem-se sempre: sou um elefante gigante,
Na minha queda, cuidado! O estrondo é radiante!
Então sigam criticando, fiquem à beira do caminho,
Enquanto danço feliz no meu próprio destino.
Pois quem vive de verdade não tem tempo pra dor,
E ri das cobras que tentam me tirar do amor.
No fim das contas, a vida é um grande espetáculo,
E eu sou o protagonista desse ato tão mágico.
Sejam bem-vindos à plateia do meu show vibrante,
Mas cuidado com a sombra de um elefante!
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