Sussurros e gritos que não param de ecoar.
São ecos de traumas, lembranças do passado,
Um turbilhão de sentimentos que deixa o coração apertado.
Elas falam de medos, de dores escondidas,
De um mundo que grita, de verdades perdidas.
Às vezes são risadas, às vezes são lamentos,
E em meio ao caos, perco os meus momentos.
No cotidiano, elas dançam como sombras,
Influenciam passos, como se fossem ondas.
Um olhar atravessado, uma ruga na testa,
E a vida se transforma em uma eterna festa.
São vozes que ditam regras e caminhos,
Que trazem à tona os mais profundos espinhos.
Falam de insegurança, de um futuro incerto,
E o peso das palavras se torna um deserto.
Mas entre as vozes que gritam e sussurram,
Há um eco de força que nunca se apura.
A luta é diária para encontrar a verdade,
E transformar a dor em uma nova realidade.
Com cada respiração, aprendo a escutar,
As vozes que ferem e as que vêm pra amar.
Pois mesmo em meio ao ruído e à confusão,
Há espaço para esperança e renovação.
Assim sigo em frente, entre sombras e luzes,
Aprendendo a dançar com as minhas próprias cruzes.
As vozes podem ferir ou ensinar a crescer,
E no labirinto da mente, escolho renascer.
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