Caminho como um louco, desafiando os improvisos.
Ruas asfaltadas, mas corações em frangalhos,
Todos em busca da normalidade, escondendo seus detalhes.
Olhares vazios se cruzam na pressa do dia,
Mas se pararmos um instante, há uma melodia.
A dança das máscaras que todos vestem com fervor,
Esconde a loucura que pulsa em cada dor.
Ser apenas mais um louco é um ato de coragem,
Enquanto a maioria se perde na falsa imagem.
Normalidade é um conceito tão frágil e incerto,
E o que é ser “normal” senão um padrão deserto?
Vamos olhar mais de perto, além do superficial,
A vida não é uma linha reta, mas um espiral.
Cada riso forçado e cada lágrima contida,
É uma prova da luta por uma vida querida.
A crítica construtiva é um convite à reflexão:
Por que temer a loucura, se ela é a nossa canção?
Na busca incessante pela aprovação alheia,
Esquecemos de viver a beleza da nossa teia.
Ser louco pode ser libertador e genuíno,
E na autenticidade encontramos nosso destino.
Vamos abraçar as nuances da nossa humanidade,
E dançar no ritmo da nossa própria verdade.
Portanto, ao invés de rotular e segregar,
Que tal celebrar a diversidade do amar?
Na cidade onde tudo parece tão normal,
A verdadeira loucura é não ser original.
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