Surgem vozes que gritam, mas não trazem a pena.
Discriminar o diferente, um ato tão pequeno,
Mas que alimenta o ódio, como um veneno pleno.
É mais fácil apontar do que se colocar no lugar,
Construir muros de preconceito ao invés de amar.
Quem não conhece se agarra à sua própria dor,
E na falta de entendimento, transforma em rancor.
O desconhecido assusta, é verdade sem par,
Mas o que se ganha em ofender e marginalizar?
Um falso senso de superioridade é construído,
Mas no fundo, é só um coração ferido.
A discriminação é uma máscara que se veste,
Para esconder inseguranças e um ego que não cresce.
Alimentar o ódio parece dar uma sensação,
Mas só gera mais divisão e solidão.
Por que não buscar saber? Por que não aprender?
Em vez de julgar e criticar sem conhecer?
Cada pessoa tem uma história a contar,
E no respeito mútuo podemos nos encontrar.
O ódio é um ciclo vicioso que não traz paz,
E quem nele se afunda nunca se satisfaz.
Ao invés de erguer barreiras, vamos construir laços,
Derrubar preconceitos e abrir novos espaços.
A verdadeira força está em amar e compreender,
Na diversidade encontramos o que é viver.
Vamos iluminar as sombras da ignorância e do medo,
E transformar a discriminação em empatia e enredo.
Por isso, deixemos de lado o veneno do ódio,
E abracemos a beleza do amor como um código.
Só assim poderemos ser melhores uns para os outros,
E juntos criar um mundo onde todos sejam rostros.
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