Uma sombra que se arrasta, um peso indesejado.
Na sociedade que adora rotular e dividir,
Ser "normal" é um padrão que muitos tentam seguir.
Mas o que é ser normal? Quem define essa linha?
É a conformidade que traz paz ou é a vida que envenena?
Ser diferente é um dom, uma cor em meio ao cinza,
Mas o medo do julgamento transforma essa beleza em brisa.
A culpa se instala como uma erva daninha,
Fazendo com que o coração se sinta em desatino.
"Por que não posso ser como eles?", ecoa na mente,
Mas cada um tem seu brilho, sua essência latente.
A pressão por se encaixar pode corroer a alma,
E a autenticidade, tão preciosa, perde sua calma.
Ao invés de celebrar as diferenças que nos tornam únicos,
Vivemos em silêncios, sufocando nossos vínculos.
Essa busca pela aceitação é um labirinto cruel,
Onde muitos se perdem na busca de um papel.
Mas a verdadeira liberdade surge quando aceitamos,
Que ser diferente é humano e juntos nos completamos.
A culpa não deve ser o fardo que carregamos,
Mas sim a força que nos une e nos tornamos.
Vamos quebrar as correntes do medo e da vergonha,
E abraçar a diversidade como uma bela canção.
Cada passo dado em direção à autoaceitação,
É uma vitória contra os rótulos e a opressão.
Que possamos aprender a amar o que somos,
E deixar de lado as culpas que não nos pertencem.
Ser diferente é viver em cores vibrantes,
É dançar ao ritmo da vida em instantes.
Então celebremos nossas singularidades com fervor,
E construamos um mundo onde todos sejam amor.
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