Cores e sons dançam, prontos a encantar.
Lá fora, a vida pulsa em sua intensidade,
E eu, com minha loucura, busco liberdade.
A brisa traz histórias de quem é singular,
De sorrisos tortos e jeitos de amar.
Ser diferente é um fardo e é leveza,
É ser a nota dissonante na mesma beleza.
Olho pela janela e vejo o cotidiano,
Gente apressada, sonhos em desengano.
Mas na minha loucura, encontro o que é real:
A beleza do estranho, do que é especial.
Os risos que ecoam, as lágrimas que caem,
Cada um com seu jeito, suas lutas que atraem.
E eu sou parte disso, com meu jeito de ser,
Abraçando as diferenças e aprendendo a viver.
Na dança dos dias, onde tudo é incerto,
A loucura se torna um porto aberto.
É abraçar o inesperado, deixar o medo pra trás,
E ver que no caos há magia que traz.
Então sigo olhando pela janela da vida,
Com os olhos abertos e a alma destendida.
Ser diferente é um dom que me faz sonhar,
E ao ver o mundo assim, começo a me encontrar.
Nenhum comentário:
Postar um comentário