Mas a paz que cultivo é meu maior porvir.
Batalhas perdidas não merecem meu esforço,
Prefiro a serenidade, um caminho mais torço.
Desgastes desnecessários não têm lugar em mim,
A vida é curta, e o amor é meu jardim.
Por que lutar em guerras que não são minhas,
Se posso abraçar a calma que a alma alinha?
Perdoar é um alívio, um ato de libertação,
Livrar-se dos fardos que pesam no coração.
Em cada perdão, uma nova luz se acende,
E na leveza do ser, minha essência se expande.
As pedras podem rolar, e as vozes ecoar,
Mas minha paz interior eu vou cultivar.
Não sou escravo das sombras do passado,
A liberdade me chama, e eu sigo ao seu lado.
Em meio ao turbilhão de vozes e aflições,
Escolho a tranquilidade como minhas canções.
E ao deixar os fardos que não me pertencem,
Encontro o caminho onde a alegria se sente.
Assim sigo adiante com o coração leve,
A vida é uma dança onde o amor me atreve.
Não deixo pedra sobre pedra em meu andar,
Pois a paz que abraço é meu verdadeiro lar.
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