No grande teatro celestial, uma comédia sem par,
O Diabo, com seu charme, vem pra nos encantar.
“Venham, pecadores!”, ele grita com fervor,
“Eu tenho tudo que você quer: prazer, fama e amor!”
Com um terno de seda e um sorriso maroto,
Ele oferece promessas que parecem um bolo.
“Uma pitada de pecado? Que mal há nisso?
Só um pequeno deslize e você tá no feitiço!”
Mas lá do céu, os anjos não ficam quietos,
Com suas asas brancas e olhares discretos.
“Ei, Diabo travesso, não seja tão ousado!
Estamos aqui pra proteger o que está desequilibrado!”
“Você acha que pode levar a alma assim fácil?
Os pecadores são nossos — não são seu espaço!”
E enquanto o Diabo faz sua dança provocante,
Os anjos formam fila, com um olhar desafiador e constante.
“Oh, venham!”, chama o Diabo com seu tom sedutor,
“Um gole de ambição? Um pouquinho de dor?”
Mas os anjos respondem com cânticos de amor,
“Não se deixe enganar por esse falso esplendor!”
E assim se desenrola essa eterna batalha:
O Diabo tenta, mas a moral não falha.
Ele tenta seduzir com festas e ilusões,
Enquanto os anjos oferecem perdão pros corações.
O Diabo então ri: “Olha só como são bobos!
Acha que podem salvar quem vive entre os lobbys?”
Mas os anjos insistem: “Cada alma tem valor!
Até o mais pecador pode encontrar o amor!”
E no fim da peça, quem realmente ganha?
Talvez a esperança que sempre acompanha.
Pois mesmo entre pecados e tentativas vãs,
Os anjos estão lá pra dar as mãos.
Então fica a lição desse teatro divino:
O Diabo pode tentar com todo seu destino,
Mas no fundo da história, em cada coração errante,
Há sempre um anjo pronto pra ser o amante!
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