Fofocas sibilam, como serpentes a falar.
Falam da minha vida, sem saber o que é,
Mas eu danço tranquilo, pois sei quem sou, e isso é fé.
São juízes sem toga, críticos de sofá,
Inventando histórias que não vão me abalar.
Desconhecem a verdade que pulsa em meu ser,
E no jogo da vida, eu aprendi a vencer.
Não espero nada deles, nem aplausos ou dor,
Pois meu valor não se mede em palavras de amor.
Sou mais que rumores, sou essência e verdade,
E quem me conhece sabe da minha lealdade.
Fofocas são ventos que passam e vão embora,
Enquanto eu sigo firme, construindo minha aurora.
A vida é um tabuleiro onde jogo com sabedoria,
E cada peça movida é parte da minha história.
Sei jogar as cartas que a vida me deu,
E mesmo em meio ao caos, mantenho meu eu.
As vozes alheias não ditam meu destino,
Sou autor da minha trama, e nela eu me inclino.
Então falem à vontade, pois eu não vou calar,
A verdade é meu escudo e não vou vacilar.
Com um sorriso no rosto e a mente em paz,
Eu sigo em frente, sem olhar pra trás.
A vida é um espetáculo e eu sou o ator,
E quem não entende isso só traz confusão.
Mas sigo leve e livre no meu caminho a brilhar,
Pois sei quem sou e nada pode me parar.
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