Era uma vez, em uma cidade bem distante,
Um governo que só pensava em seu próprio amante.
Fazendo promessas como quem faz serenata,
Mas a única música era a da conta bancária chata.
O povo assistia, com um olhar de desdém,
Enquanto os políticos dançavam, mas só para o “bem”.
“Vote em mim!”, dizia o candidato sorridente,
Mas o único plano era encher o próprio presente.
No meio da rua, um gay sonhador passava,
Com um brilho no olhar e a esperança que não acabava.
“Não quero morrer na esquina por ser quem eu sou!”,
Ele gritava com força, enquanto a vida voou.
Ele sonhava com amor e um futuro bem melhor,
Mas a realidade batia como um tambor:
“Sociedade insana! Olha a minha luta!”,
Enquanto o governo bailava numa vida absoluta.
E ali perto, uma prostituta habilidosa,
Pagando a faculdade com uma vida dolorosa.
“Se eu não trabalhar aqui, como vou estudar?
A vida é uma dança e eu tenho que rodar!”
Ela sonhava com o dia em que seria doutora,
Mas o relógio não para e a dor não tem hora.
“Um dia vou mudar essa história de dor”,
Ela dizia ao seu espelho, pintando-se de amor.
E no bar da esquina, o dono sorridente,
Lucra com corações partidos e dores latentes.
“Mais uma rodada pra quem perdeu no amor!”,
Ele gritava alegremente, sem nenhum pudor.
Os casais entravam chorando e saindo a soluçar,
Mas no fundo do copo havia sempre um novo par.
“O amor é um negócio!”, ele dizia pra si mesmo,
Enquanto contava os lucros de cada desespero.
E assim se desenrolava essa comédia romântica:
O governo dançando na sua própria pântica,
O gay lutando por amor na esquina da vida,
A prostituta sonhando com uma saída.
Até que um dia, todos se reuniram no bar:
“O governo é só riso e não sabe governar!
A gente quer direitos! Queremos ser ouvidos!”
Gritaram juntos, entre risos e gemidos.
O dono do bar riu e disse: “Parem de chorar!
Se vocês se unirem, podem tudo mudar!”
E assim nasceu um movimento inusitado:
Um amor pela mudança que deixou o povo alucinado!
No final da festa, todos brindaram à dor:
“À luta! À vida! E ao nosso valor!”
E enquanto o governo dançava sem saber do final,
O povo fez história — tudo virou carnaval!
Com risos e amores e um toque de ironia,
Na terra do governo que só pensava em sua folguinha.
Uma sátira romântica de vidas entrelaçadas,
Mostrando que juntos somos mais que as nossas jornadas!
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