No canto da casa, um refúgio sutil,
O banheiro espera, é um espaço gentil.
A tensão abdominal, como um peso a mais,
Busca a liberdade em momentos de paz.
A porta se fecha, o mundo se apaga,
E na calma do instante, a mente se embriaga.
Tudo que foi digerido, como folhas ao vento,
Vai para a fossa, levando o tormento.
Um suspiro profundo, a pressão se desfaz,
Como se cada gota levasse um pouco da paz.
O corpo relaxa, a alma respira,
E aquela sensação gostosa se inspira.
A vida é um ciclo, o corpo é um lar,
E nesse momento, eu aprendo a soltar.
O alívio chega como um doce abraço,
Um lembrete que tudo tem seu espaço.
Quando saio de lá, leve e renovado,
Sinto que as tensões foram deixadas de lado.
Na simplicidade do ato tão humano,
Encontro a alegria em cada plano.
Então celebro o alívio com um sorriso aberto,
Pois até nas pequenas coisas há sempre um certo.
E assim sigo adiante, com leveza e graça:
Cada instante vivido é uma nova passagem que passa!
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