terça-feira, 17 de outubro de 2023

curioso desocupado

Nas entrelinhas da minha verdade,
Reside uma mensagem que não se dissipa na falsidade.
Ela pode doer na alma de quem escuta,
Uma indireta para o curioso desocupado que tudo escruta.

É uma verdade que ecoa com força,
Percorrendo corações, sem meias palavras, sem torça.
Pode ser um choque, um golpe certeiro,
Mas é necessário, para que se encontre o verdadeiro.

Pois a minha verdade não é vazia,
Não é uma mera ilusão ou fantasia.
Ela é um reflexo do meu ser, autêntico e cru,
Um grito de honestidade que ecoa no azul.

Para os curiosos desocupados que insistem em bisbilhotar,
Minha verdade pode ser como um punhal a cortar.
Mas saibam que não é por prazer ou maldade,
É uma forma de proteção, de defender minha liberdade.

Aos olhares indiscretos e ouvidos atentos,
Que se alimentam da fofoca e dos tormentos,
Deixo claro que minha verdade não é para vocês,
É para aqueles que valorizam a sinceridade de uma vez.

Pois a minha verdade pode ferir, mas também curar,
Pode abrir portas, mas também fechar.
Ela é um espelho que reflete a realidade,
Sem máscaras, sem jogos de falsidade.

Então, curiosos desocupados, escutem bem:
Minha verdade não é um veneno, mas também não é um elogio alguém.
É um convite à reflexão, à mudança e ao crescimento,
Para abandonar a superficialidade e buscar o verdadeiro intento.

Se a minha verdade dói na alma de quem a escuta,
Que seja um chamado para uma vida mais enxuta.
Uma oportunidade de olhar para dentro, com coragem,
E buscar a própria verdade, sem medo ou sabotagem.

Portanto, curiosos desocupados, entendam enfim,
Minha verdade não é uma indireta para ferir alguém.
É um convite para enxergar além das aparências,
E encontrar um caminho de autenticidade e coerência.

Que cada um possa encontrar sua própria verdade,
Sem julgamentos, sem falsidade.
E que, juntos, possamos construir um mundo mais sincero,
Onde a curiosidade seja substituída pelo respeito verdadeiro.

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