Ao ver aqueles que me feriram sofrer, a lei do retorno certa.
Cruzaram meu caminho, desejaram-me o mal,
Agora é hora de colherem o que plantaram em meu quintal.
Em meu coração, semearam ventos de desdém e traição,
Agora, colherão a tempestade da minha indignação.
Cultivei pacientemente a raiva que brotou em mim,
E agora é o momento de mostrar que estou acima do fim.
Cada palavra maldosa, cada gesto de desprezo,
Foram como sementes plantadas na terra do meu apreço.
Regadas pelo ódio e alimentadas pela dor,
Cresceram fortes e prontas para mostrar seu valor.
Agora, as tempestades se formam no horizonte,
A vingança se aproxima, implacável e pronta para confronte.
O sofrimento que infligiram será devolvido em dobro,
Pois a justiça divina age com poderoso arrobo.
Meu prazer não vem da maldade em si,
Mas da sensação de justiça quando a balança se equilibra aqui.
Não sou um ser maligno, mas um instrumento da lei,
Colhendo o que foi semeado por aqueles que me feriram, hoje.
A tormenta que se aproxima não é apenas física,
É uma lição para os que ignoraram minha dor psíquica.
Que sintam na própria pele o peso das suas ações,
E aprendam que o mal plantado traz consequências sem perdões.
Não me regozijo com o sofrimento alheio,
Mas com a restauração do equilíbrio, que é meu anseio.
Que cada lágrima derramada seja um aprendizado,
Para que o ciclo de dor e vingança seja quebrado.
A lei do retorno não falha, é uma verdade universal,
O que se planta, se colhe, nesse mundo tão desigual.
Que aqueles que me desejaram o mal entendam,
Que suas ações têm consequências, não importa o quanto ofendam.
A tempestade que se aproxima é um chamado à reflexão,
Para que percebam a importância da compaixão.
Que aprendam a semear amor e respeito em seus caminhos,
E entendam que colherão frutos doces, não espinhos.
Então, enquanto a tempestade se avizinha,
Espero que vejam a luz e encontrem uma saída.
Que compreendam que o ódio só gera mais dor,
E escolham semear amor e paz, agora e para sempre, com fervor.
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