No reino de risos, uma sombra se esgueira,
Cunhada enfeitada, mas com alma ligeira.
O amor que é puro, ela insiste em testar,
Com seu jeito ardente, vem para infernizar.
Entre festas e copos, ostentação a brilhar,
Esquece da vida que deveria cuidar.
O pai dela, um homem de valor e carinho,
Mas nos olhos da filha, ele é só um caminho.
A aparência é rainha no trono do ego,
E a essência do amor vai se perdendo em apego.
Com os fiéis da igreja e amigos de copo,
Ela dança na superfície, enquanto o fundo é um sopro.
Os sorrisos se tornam máscaras a esconder,
A verdadeira vida que não sabe viver.
Entre selfies e glamour, o coração se esfria,
E o amor que poderia ser só melodia.
Ah, cunhada diabo, por que não vê?
Que o brilho exterior não é tudo que há em você.
O amor precisa de cuidado, de tempo e atenção,
Mas tudo que busca é uma falsa adoração.
Que a vida te ensine a olhar pra dentro,
A valorizar o afeto que está ao seu centro.
Pois ostentação pode até impressionar,
Mas o amor verdadeiro é o que faz vibrar.
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